ESPELHOS REFLEXOS, ESPELHOS OPACOS: selfies e autorrepresentação na era dos smartphones
Forma de autorretrato hegemônica, a selfie situa-se como um registro perfeitamente ajustada ao horizonte de estratégias que visam à exposição da vida íntima e à espetacularização do ordinário; à ubiquidade dos aparatos sociotécnicos e aos estreitos vínculos entre imagem e experiência, tão comuns em...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista Passagens |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/30960 |
| Acesso em linha: | http://periodicos.ufc.br/passagens/article/view/30960 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | fotografia selfie performance. |
| Resumo: | Forma de autorretrato hegemônica, a selfie situa-se como um registro perfeitamente ajustada ao horizonte de estratégias que visam à exposição da vida íntima e à espetacularização do ordinário; à ubiquidade dos aparatos sociotécnicos e aos estreitos vínculos entre imagem e experiência, tão comuns em nosso tempo. Ao tensionar performance e autorrepresentação, essa modalidade de "escrita de si" contemporânea nos convoca para uma reflexão sobre o que a diferencia das demais práticas fotográficas enquanto um ato propriamente performático. |
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