O brasil e a segurança no cone sul no pós-guerra fria

Quando se considera a Segurança Internacional da América Latina, comprovasse a inexistência de um ator regional com excedente de poder necessário, tanto em Hard power, poderes econômico, militar, e de mobilização, como de Soft power, de liderança passiva pela persuasão da conveniência da emulação e...

Full description

Bibliographic Details
Author: Castillo, Juan Ignacio Albino Roman
Format: doctoral thesis
Status:Published version
Publication Date:2009
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-11112009-172933
Online Access:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-11112009-172933/
Access Level:Open access
Keyword:International Politics - Security - Latin America - Brazil
International Relations
Política de segurança
Política Internacional - Segurança - América Latina - Brasil
Relações internacionais
Security Policies
Description
Summary:Quando se considera a Segurança Internacional da América Latina, comprovasse a inexistência de um ator regional com excedente de poder necessário, tanto em Hard power, poderes econômico, militar, e de mobilização, como de Soft power, de liderança passiva pela persuasão da conveniência da emulação e pela convicção de resultados melhores pela cooperação com o líder ou primus inter pares. Portanto, o exercício de um Smart power, o hábil e eficaz equilíbrio dos dois poderes mencionados só poderá acontecer dentro de um condomínio de boa vontade entre os países da região. Uma Segurança Cooperativa Sustentável para América Latina, com participação seminal dos países do Cone Sul será o objeto de análise deste trabalho. O Brasil e seus vizinhos do Cone Sul, com um peso específico importante na região, devem demonstrar Vontade Nacional e capacidade operativa para facilitar a realização de consensos entre os países envolvidos para garantir uma gestão sustentável da agenda regional de segurança. Isto se torna de particular premência numa conjuntura internacional onde ameaças e desafios relativos a região carecem de qualquer prioridade global, enquanto graves crises atuais e futuras imediatas se ensejam em zonas mais críticas ao Sistema Internacional. Como conseqüência caberá aos países da sub-região exercer eficientemente a vigilância, a prevenção e a rápida solução das ameaças e desafios a segurança.