Uso de Simulador no Ensino da Cirurgia de Catarata por Facoemulsificação
Objetivo: Determinar se o treinamento prévio no simulador de cirurgia de catarata Eyesi diminui a ocorrência de complicações intraoperatórias nas primeiras cirurgias de catarata por facoemulsificação realizadas por residentes de oftalmologia. Métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo no qual f...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/153417 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/153417 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | catarata facoemulsificação complicações intraoperatórias médicos residentes/educação. cataract phacoemulsification intraoperative complications residents/education |
| Sumario: | Objetivo: Determinar se o treinamento prévio no simulador de cirurgia de catarata Eyesi diminui a ocorrência de complicações intraoperatórias nas primeiras cirurgias de catarata por facoemulsificação realizadas por residentes de oftalmologia. Métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo no qual foram avaliadas as dez primeiras cirurgias de catarata realizadas por dois grupos de residentes do segundo ano (R2) de Oftalmologia no Hospital das Clínicas de Botucatu – UNESP. O primeiro grupo (G1) foi composto por R2 que não tiveram treinamento prévio no simulador. O segundo grupo (G2) foi formado por R2 que realizaram treinamento no simulador antes de iniciarem as cirurgias nos pacientes. Foi avaliada a ocorrência das principais complicações cirúrgicas intraoperatórias. Os dois grupos foram comparados e os resultados foram submetidos a análise estatística. Resultados: O número total de complicações foi de 19 (27%) no G1 e nove (12,86%) no G2, essa diferença foi significativa (p=0,031). Quatorze (20%) cirurgias de G1 e sete (10,00%) de G2 apresentaram complicações; a rotura de cápsula posterior ocorreu em 13 (18,57%) cirurgias do G1 e sete (10,00%) do G2; fragmentos de núcleo no vítreo ocorreram em três cirurgias (4,29%) do G1 e em uma cirurgia (1,43%) do G2; a conversão para FEC foi necessária em duas cirurgias (2,86%) do G1 e em uma cirurgia (1,43%) do G2. Conclusão: O treinamento prévio no simulador de cirurgias de catarata Eyesi reduziu significativamente o número total de complicações intraoperatórias nas dez primeiras cirurgias de catarata por facoemulsificação realizadas por residentes de oftalmologia em treinamento. |
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