CRÍTICA DO IMPERIALISMO E DA REFORMA CURRICULAR BRASILEIRA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: EVIDÊNCIA HISTÓRICA DA IMPOSSIBILIDADE DA LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA DESDE A ESCOLA DO ESTADO

A publicação da Base Nacional Comum Curricular que pretende alcançar a educação básica brasileira é parte de reformas contemporâneas que expressam interesses e modo de ação de monopólios brasileiros. Esse evento contribui para desnudar o equívoco teórico e prático que reivindica a escola nacional do...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Neves, Rosa Maria Correa das, Piccinini, Cláudia Lino
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Germinal: Marxismo e Educação em Debate
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/26008
Acceso en línea:https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/26008
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:imperialismo
monopólio
escola do Estado
internacionalismo proletário
Descripción
Sumario:A publicação da Base Nacional Comum Curricular que pretende alcançar a educação básica brasileira é parte de reformas contemporâneas que expressam interesses e modo de ação de monopólios brasileiros. Esse evento contribui para desnudar o equívoco teórico e prático que reivindica a escola nacional do Estado burguês como disputável, pela via democrática, numa direção emancipadora da classe trabalhadora, no sentido marxista do termo, ou seja, revolucionária. A investigação específica que fundamenta nossa análise sobre a BNCC iniciou em 2015, com a coleção de posições, através da qual concluímos que seu autor tem sido o Movimento Pela Base, associação de grupos empresariais brasileiros cuja natureza somente pudemos decifrar, recorrendo a análise de Lênin, publicada em 1917, sobre o capitalismo, em sua fase contemporânea - Imperialismo, fase superior do capitalismo.