Ações contra a força de desembarque: análise da Guerra das Malvinas sob a ótica das reflexões de Sam Tangredi

O conceito Anti-Access/Area-Denial (A2/AD) contribui para o sucesso nas ações de defesa contra um adversário que projeta poder do mar para a terra. Exemplos históricos indicam que nem sempre uma parte beligerante superior militarmente é aquela que alcança a vitória. A capacidade de combinar todos os...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Moura, Thomas Fraga Coelho de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Marinha do Brasil (MB)
Repositorio:Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/846733
Acceso en línea:https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846733
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anti-Access/Area-Denial
Operação Anfíbia
Logística militar naval
Descripción
Sumario:O conceito Anti-Access/Area-Denial (A2/AD) contribui para o sucesso nas ações de defesa contra um adversário que projeta poder do mar para a terra. Exemplos históricos indicam que nem sempre uma parte beligerante superior militarmente é aquela que alcança a vitória. A capacidade de combinar todos os recursos e habilidades que o defensor dispõe, empregando- os de uma forma inovadora e inesperada, permite uma vantagem para o desfecho das guerras e batalhas. Nesse sentido, a pesquisa se valeu das reflexões teóricas de Sam J. Tangredi (1956-), particularmente dos fundamentos formulados para a adoção do conceito A2/AD, de forma a compará-los com as ações desenvolvidas pela Argentina contra o Reino Unido, na Guerra das Malvinas (1982). Por meio do confronto teoria-realidade, concluiu-se que houve baixo grau de aderência entre a realidade e a formulação teórica considerada. As conclusões evidenciaram a importância do conceito A2/AD para se contrapor as Operações Anfíbias (OpAnf) e de se desenvolver um poder de combate a partir do emprego conjunto dos meios que o Estado dispõe. Por fim, o trabalho destaca a relevância do assunto e aponta para uma necessidade de aprimoramento da interoperabilidade entre a Marinha e a Força Aérea nas operações militares de defesa de um Estado.