O perfil epidemiológico, a prevalência de lesões e funções musculoesqueléticas intervenientes em praticantes de beach tennis

Introdução: O Beach Tennis (BT) é um esporte que vem crescendo no Brasil e acumulando praticantes. Objetivo: Avaliar o perfil epidemiológico, a prevalência de lesões e funções musculoesqueléticas intervenientes em praticantes de Beach Tennis. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo observacional...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Grijó, Adriely de Freitas, Silva, Monike Ferreira da
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2025
Country:Brasil
Institution:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repository:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/2965
Online Access:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2965
Access Level:Open access
Keyword:Beach Tennis
Power
Flexibility
Muscle strength
Tenis Playa
Potencia
Flexibilidad
Fuerza Muscular
Potenza
Flessibilità
Forza muscolare
Potência
Flexibilidade
Força muscular
Ténis de Praia
Description
Summary:Introdução: O Beach Tennis (BT) é um esporte que vem crescendo no Brasil e acumulando praticantes. Objetivo: Avaliar o perfil epidemiológico, a prevalência de lesões e funções musculoesqueléticas intervenientes em praticantes de Beach Tennis. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal com 31 praticantes de BT, homens e mulheres, com idade entre 18 e 50 anos. Todos foram submetidos a avaliação antropométrica, flexibilidade toracolombar e ombro, teste de sentar e alcançar (SRT), força muscular de preensão manual através de um dinamômetro. Resultados: A maioria dos voluntários era eutrófico, solteiro, etilista, praticava BT três vezes por semana, realizava aquecimento prévio, praticava outro esporte e era destro. Em média, iniciaram a prática há 19,84±19,20 meses, por lazer e saúde. Os esportes citados como realizados concomitantemente a prática do BT foram musculação e futebol. Dos participantes, a maioria relatou dor em alguma articulação durante o esporte (n= 18, 58%) sofreram lesões (n=23, 74,1%) e uma minoria teve mais de uma lesão (n= 4, 12,9%). As lesões comumente ocorreram no ombro, seguidas pelo cotovelo e joelho, mais prevalentes entre 31 a 50 anos. Relataram, em média, leve dor diariamente e durante a prática esportiva. A maioria dos testes realizados mostraram-se normativos quando comparados aos valores de referência, exceto o SRT, classificado como baixa flexibilidade, e extensão de ombro, acima do valor. Conclusão: Houve alta prevalência de lesões em praticante de BT, mais frequentemente acometendo o ombro, cotovelo e joelho. As funções musculoesqueléticas intervenientes, se afetadas, podem desencadear aumento na frequência de lesões.