Os impactos da competitividade chinesa sobre as exportações dos países asiáticos
Durante as últimas três décadas, a economia chinesa cresceu taxas altíssimas, e ao final da década de 2000 já havia assumido a posição de segunda maior economia mundial. A faceta mais evidente do desenvolvimento da China nesse período foi seu comércio exterior. A emergência chinesa no cenário intern...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/4068 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4068 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Economia Exportações China Ásia Dados em painel Exports Panel data |
| Sumario: | Durante as últimas três décadas, a economia chinesa cresceu taxas altíssimas, e ao final da década de 2000 já havia assumido a posição de segunda maior economia mundial. A faceta mais evidente do desenvolvimento da China nesse período foi seu comércio exterior. A emergência chinesa no cenário internacional alarma vários países asiáticos, uma vez que sua dinâmica de crescimento econômico assenta-se nas exportações, e a China se coloca como forte competidora em uma gama muito variada de produtos. Assim, esta dissertação tem como objetivo principal identificar se, de fato, o aumento da competitividade chinesa no mercado internacional causou prejuízo às exportações de países asiáticos em terceiros mercados no período entre 2000 e 2011, empregando para tanto uma metodologia de dados em painel. Os resultados encontrados mostram que isso não ocorreu, e ainda que a China beneficiou as exportações dos países asiáticos em alguns casos. Conclui-se que, apesar de exportar várias categorias de produtos, a China concentra principalmente etapas de produção intensivas em mão de obra. Suas exportações de maior valor agregado dependem, em grande medida, de importações de partes e componentes, fornecidos principalmente por países asiáticos. Assim, a China coloca-se como um importante mercado para países da região. Por outro lado, o excesso de mão de obra chinesa deve se esgotar no futuro próximo, provocando o redirecionamento da produção para setores mais intensivos em capital. Com isso, a China pode abandonar a atual posição de complementaridade em relação aos países asiáticos especializados nesses produtos, tornando-se efetivamente uma competidora. |
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