Fotopletismografia podal em equinos
As enfermidades podais do membro torácico são a maior causa das alterações musculoesqueléticas que acometem os equinos. A doença do navicular, osteíte podal e a laminite estão entre as enfermidades de maior incidência em equinos, sendo todas elas citadas como afecções de origem vascular. A fotopleti...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/180335 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/180335 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | fotopletismografia microcirculação podal equinos Photopletysmography pedal blood microcirculation horses |
| Sumario: | As enfermidades podais do membro torácico são a maior causa das alterações musculoesqueléticas que acometem os equinos. A doença do navicular, osteíte podal e a laminite estão entre as enfermidades de maior incidência em equinos, sendo todas elas citadas como afecções de origem vascular. A fotopletismografia é um método diagnóstico não invasivo que quantifica o tempo de reenchimento venoso baseado na circulação periférica terminal. Objetivou-se estudar a exequibilidade e viabilidade da fotopletismografia podal em equinos, padronizando os valores normais para a espécie. Foram utilizados 10 equinos hígidos, avaliando-se os membros torácicos em diferentes superfícies, sendo dividos em dois grupos: Grupo Borracha (GB) e Grupo Concreto (GC). A fotopletismografia foi realizada com os animais em posição quadrupedal, realizando-se movimentos pendulares para mimetizar movimentos de apoio e elevação do membro, realizando-se cinco movimentos consecutivos e então, imediatamente induzidos ao repouso, obtendo-se então, o tempo de reenchimento venoso (TRV). Não houve diferença significativa entre o membro torácico direito e membro torácico esquerdo nos diferentes grupos (p=0,75). A média do TRV nos equinos do grupo borracha (GB) foi de 12,650 ± 1,694 e no grupo concreto (GC) foi de 12,700 ± 1,387 segundos, não demonstrando diferença significativa entre os diferentes pisos (p=0,98). Os equinos apresentaram valores de referência significativos em relação aos pacientes humanos. Conclui-se que a fotopletismografia dos membros torácicos em equinos pode ser utilizada como método auxiliar na avaliação da microcirculação podal, apresentando como valor de referência para o tempo de reenchimento venoso de 10 a 15 segundos. Esta pesquisa mostrou-se pioneira na utilização deste método não invasivo na hemodinâmica venosa podal em equinos. |
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