Vegetation multitemporal responses to hydroclimate variations in the Espinhaço Range (Brazil)
Os sistemas montanhosos são laboratórios naturais para análise de gradientes. Elevação, amplitude e diferenças topográficas em montanhas podem criar fortes diferenças microclimáticas a curtas distâncias, aninhadas dentro da mesma região biogeográfica e macroclimática, permitindo-nos compreender melh...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/183096 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/183096 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sensoriamento remoto Hidroclimatologia Vegetação Montanha Espinhaço Hydroclimatology Remote sensing Mountain Vegetation |
| Sumario: | Os sistemas montanhosos são laboratórios naturais para análise de gradientes. Elevação, amplitude e diferenças topográficas em montanhas podem criar fortes diferenças microclimáticas a curtas distâncias, aninhadas dentro da mesma região biogeográfica e macroclimática, permitindo-nos compreender melhor as respostas da vegetação e os feedbacks sobre a disponibilidade de água. Neste estudo, avaliamos como a distribuição da vegetação está ligada à disponibilidade de água na Serra do Espinhaço. Para tanto, abordamos as seguintes questões: 1) Quais são os regimes hidroclimáticos encontrados na Serra do Espinhaço e seus correspondentes tipos de vegetação? 2) Onde a produtividade da vegetação é mais e / ou menos acoplada aos regimes hidroclimáticos? 3) A topografia é capaz de impactar a produtividade da vegetação e suas relações de acoplamento com regimes hidroclimáticos? Além disso, considerando estas relações ambientais e de vegetação, 4) Como a resiliência climática dos tipos de vegetação nesta região varia? Conclui-se que na faixa do Espinhaço, a maior parte da dinâmica de produtividade da vegetação espaço-temporal é impulsionada por condições hidroclimáticas e / ou topo-edáficas. Nossos resultados mostram que a vegetação da Caatinga teve uma resposta plástica e relativamente rápida ao Déficit Hídrico Climático (CWD) e foi o tipo de vegetação com maior restrição hídrica. Cerrado e Campos Rupestres tiveram respostas semelhantes às flutuações no déficit hídrico, mostrando um gradiente de respostas das mais lentas as mais rápidas entre regiões hidroclimáticas “Humid” a “Very Dry”. A Mata Atlântica não apresentou um padrão claro de resposta à sazonalidade na disponibilidade de água. Também descobrimos que entre todos os biomas analisados, o Cerrado e a Mata Atlântica foram os mais sensíveis em relação à variabilidade interanual do CWD, especialmente em locais com condições úmidas. Desde que, no período avaliado, essas regiões não apresentaram alta variabilidade de CWD ano a ano, argumentamos que anos climáticos mais extremos podem ter um grande impacto na capacidade dessas fenologias de vegetação rastrearem a variabilidade interanual. |
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