AN ANALYSIS OF THE SEPARATION OF PROPERTY AND MANAGEMENT IN BRAZILIAN CREDIT UNIONS

Esse trabalho tem como objetivo analisar se as principais práticas de governança corporativa em cooperativas de crédito tem correlação com variáveis que caracterizam tamanho e escala financeira das cooperativas e em particular a variável de divisão entre a propriedade e a gestão. Para tanto, se util...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Trindade, Luana Zanetti, Bialoskorski Neto, Sigismundo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de contabilidade e organizações
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/52669
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rco/article/view/52669
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:governança corporativa
cooperativas de crédito
direito de propriedade
controle.
Corporate governance
Credit union
Separating ownership and Management.
Descripción
Sumario:Esse trabalho tem como objetivo analisar se as principais práticas de governança corporativa em cooperativas de crédito tem correlação com variáveis que caracterizam tamanho e escala financeira das cooperativas e em particular a variável de divisão entre a propriedade e a gestão. Para tanto, se utilizou dos dados do projeto de Boas Práticas de Governança Corporativa do Banco Central, Bacen (2009) e em função do grande número de variáveis, elaborou-se uma análise estatística multivariada fatorial pelos componentes principais. Os resultados, após a extração de 3 fatores, mostram que a separação entre a propriedade e a gestão se correlaciona negativamente com as variáveis de governança características da gestão tradicional em cooperativas– e de forma positiva com as outras variáveis que representam as melhores práticas indicadas de governança. Mas, não apresentam correlação com tamanho econômico e financeiro, o que implica em uma nova questão de pesquisa, se a divisão entre propriedade e gestão é importante para a eficiência dos negócios das cooperativas de crédito brasileiras ou se essas apresentam como organizações sociais uma diferente lógica de governança corporativa também eficiente.