O perfil dos médicos em São Tomé e Príncipe

S.Tomé e Príncipe apresenta hoje diversos problemas no setor saúde especialmente na área de Recursos Humanos, tais como a ausência de uma política de desenvolvimento de recursos humanos, provocando assim, grandes injustiças, desde a má distribuição dos profissionais de saúde no nível central e perif...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Frota, Gilberto
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/5053
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/5053
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Physicians
Professional Practice Location
Médicos
Área de Atuação Profissional
Descripción
Sumario:S.Tomé e Príncipe apresenta hoje diversos problemas no setor saúde especialmente na área de Recursos Humanos, tais como a ausência de uma política de desenvolvimento de recursos humanos, provocando assim, grandes injustiças, desde a má distribuição dos profissionais de saúde no nível central e periférico, até a não valorização destes com destaque pela ausência de carreira medica. Objetivando equacionar estas questões, foi realizada uma pesquisa nacional com os médicos que atuam hoje em S.Tomé e Príncipe buscando conhecer o perfil destes profissionais. Foram pesquisados 37 médicos dos 63 que atuavam no país durante o período de janeiro/fevereiro do de 2001, utilizando como instrumento de coleta de dados, um questionário específico, constituído de perguntas semiabertas e fechadas, conforme modelo aplicado pela Escola Nacional de Saúde Pública, quando da realização da pesquisa nacional sobre o Perfil dos Médicos no Brasil. Os resultados demonstram que de fato S.Tomé e Príncipe é um mercado de trabalho com poucos profissionais e particularmente de médicos especialistas. Outra questão a salientar, é o multinacionalismo destes médicos, bem como a forma tão desequilibrada como esses profissionais estão atuando (capital e interiores). Por outro lado, devido a ausência de uma política de formação de recursos humanos, há uma desordenada utilização desses profissionais tanto a nível central como periférico, gerando assim grandes insatisfações entre estes médicos.