Um Olhar sobre a Pós-Graduação: Ansiedade e Autoeficácia nos Cursos Stricto Sensu de Ciências Contábeis

Resumo Objetivo: O objetivo geral desse estudo foi buscar evidências que permitissem analisar como ocorre a relação entre as variáveis ansiedade e autoeficácia dos estudantes dos cursos stricto sensu de Ciências Contábeis. Método: Foi realizado um Survey interseccional utilizando a Escala de Autoefi...

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Detalles Bibliográficos
Autores: EUGENIO COELHO, WEVERTON, Mendes do Nascimento, Eduardo, Veneroso Alves da Cunha, Jacqueline, Bruno Cornacchione Junior, Edgard
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon)
Repositorio:Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:ojs.www.repec.org.br:article/2536
Acceso en línea:https://www.repec.org.br/repec/article/view/2536
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autoeficácia, Ansiedade, Stricto Sensu¸ Ciências Contábeis, IDATE
Descripción
Sumario:Resumo Objetivo: O objetivo geral desse estudo foi buscar evidências que permitissem analisar como ocorre a relação entre as variáveis ansiedade e autoeficácia dos estudantes dos cursos stricto sensu de Ciências Contábeis. Método: Foi realizado um Survey interseccional utilizando a Escala de Autoeficácia Geral Percebida e o State-Trait Anxiety Inventory (IDATE) em uma amostra composta por 322 estudantes de todos os programas stricto sensu de Ciências Contábeis do Brasil. A análise foi quantitativa com o emprego de testes estatísticos correlacionais. Resultados: Contatou-se que a percepção de autoeficácia influência no desempenho dos discentes embora não haja distinção no nível de autoeficácia entre os gêneros, demonstrando que a percepção e autoeficácia independe do gênero. Os resultados também mostraram que a ansiedade dos estudantes esta correlacionada negativa e significativamente com a autoeficácia. Por fim, os discentes da pós-graduação stricto sensu do gênero feminino apresentam escores de ansiedade traço estatisticamente maiores do que os discentes do gênero masculino. Contribuições:  O estudo contribuiu ao evidenciar essas variáveis e o papel da autoeficácia como ferramenta moderadora da ansiedade. Essa informação pode contribuir para que se delineie estratégias de intervenção que maximizem o potencial acadêmico, científico e profissional desse tipo de formação acadêmica.