Estética, jogabilidade e narrativa para o Antropoceno

Este artigo explora interfaces entre os videogames Nier:Automata (PS4 e PC, 2017; Xbox One, 2018 e Nintendo Switch, 2022) e Cruelty Squad (PC, 2021), mapeando suas leituras e discursos sob a perspectiva do Antropoceno. Como termo principiado no campo das ciências naturais, que coloca a humanidade co...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Policarpo, Clayton, Cestari, Guilherme Henrique de Oliveira, Napole, Luiz Felipe
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estudos Avançados
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/229455
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/eav/article/view/229455
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Videogames
Nier:Automata
Cruelty Squad
Anthropocene
Capitalocene
Game studies
Antropoceno
Capitaloceno
Descripción
Sumario:Este artigo explora interfaces entre os videogames Nier:Automata (PS4 e PC, 2017; Xbox One, 2018 e Nintendo Switch, 2022) e Cruelty Squad (PC, 2021), mapeando suas leituras e discursos sob a perspectiva do Antropoceno. Como termo principiado no campo das ciências naturais, que coloca a humanidade como protagonista de mais uma força da natureza capaz de interferir nas condições de vida do planeta, o Antropoceno tem se difundido para as mais diversas áreas reerguendo controvérsias acerca das fronteiras e limites do humano diante do colapso planetário-civilizacional que nos acomete. As linhas-guias propostas para a análise das narrativas e das ambientações dos jogos são estéticas, jogabilidade e sociabilidade. Mediante imersão, premissas e cenários críticos propostos, os jogos relacionam os impactos ambientais, perspectivas distópicas para o futuro da espécie humana – alguns dos desafios epistemológicos, éticos e identitários do Antropoceno.