Comunidades de compartilhamento na Formação Continuada de Professores/as que Ensinam Matemática na EJA

Neste texto, temos como propósito a apresentação de uma prática extensionista sobre a formação de professores que ensinam matemática na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) em redes públicas de diferentes territórios e contextos brasileiros. Como um projeto integrado de pesquisa-extensão, a fo...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pompeu, Carla Cristina, Valle, Júlio César Augusto do, Santos, Priscila Ribeiro dos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de História da Matemática (SBHMat)
Repositorio:Revista de História da Educação Matemática
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.histemat.com.br:article/675
Acceso en línea:http://www.histemat.com.br/index.php/HISTEMAT/article/view/675
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Extensão universitária
Comunidade de compartilhamento
Formação Formação continuada de professores.
EJA
Descripción
Sumario:Neste texto, temos como propósito a apresentação de uma prática extensionista sobre a formação de professores que ensinam matemática na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) em redes públicas de diferentes territórios e contextos brasileiros. Como um projeto integrado de pesquisa-extensão, a formação “A matemática na Educação de Jovens, Adultos e Idosos”, se constitui a partir do estímulo à criação de uma comunidade de compartilhamento sobre a prática pedagógica dos/as professores/as participantes. Essa constituição reconhece e admite como princípios a autoria docente e a criação cotidiana de currículos pensadospraticados, como respostas e soluções desenvolvidas localmente frente às demandas e problemáticas específicas, contextuais, do ensino de matemática na EJA. Tais respostas e soluções, criadas e desenvolvidas pelos/as docentes, e compartilhadas durante a formação, nos inserem no paradigma da ação-reflexão-ação de Freire, assim como no movimento de investigação sobre a própria prática de Ponte, considerados como fundamentos teóricos para o trabalho realizado. Tais movimentos nos asseguram as condições para efetivar a proposta de desinvisibilizar os currículos pensadospraticados por tais docentes, pois torná-los públicos nos permite tanto promover/fomentar o debate sobre tais práticas entre os participantes, como, principalmente, ampliar a institucionalidade social dessas práticas nas disputas curriculares específicas da EJA.