Fatores associados à aceitação dos pais/responsáveis e à indicação do diamino fluoreto de prata por dentistas da atenção básica de saúde do Paraná
O diamino fluoreto de prata (DFP) é um agente que atua na tanto na prevenção como na inibição da cárie dentária, porém apresenta como desvantagem a pigmentação do tecido cariado. O objetivo do estudo foi avaliar quais são os fatores associados à aceitação dos pais/responsáveis e à indicação do DFP p...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Kroton Educacional S.A. |
| Repositorio: | Scientia – Repositório Institucional |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.pgsscogna.com.br:123456789/48045 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/48045 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cárie dentária Cariostáticos |
| Sumario: | O diamino fluoreto de prata (DFP) é um agente que atua na tanto na prevenção como na inibição da cárie dentária, porém apresenta como desvantagem a pigmentação do tecido cariado. O objetivo do estudo foi avaliar quais são os fatores associados à aceitação dos pais/responsáveis e à indicação do DFP por dentistas do serviço público. Foram enviados questionários no formato online para 96 cirurgiõesdentistas atuantes na atenção básica de saúde do Paraná. Os dados receberam análise estatística descritiva e bivariada com a utilização do teste Qui-Quadrado ou Exato de Fischer, com valor de p a 5%. A maioria dos participantes eram do gênero feminino (81,3%), com média de idade de 42,9 ± 9,5 anos, provenientes das diferentes regiões do Paraná. O DFP foi mais indicado para controle da cárie da primeira infância (85,4%), a aceitação dos pais foi maior para dentes decíduos posteriores (80,2%; p=0,01) e dentes permanentes de pacientes com deficiência (71,9%; p=0,01). 24% dos dentistas aumentaram o uso do DFP durante a pandemia de Covid-19, havendo associação estatisticamente significante entre aqueles profissionais que fazem avaliação de risco à carie dentária (p=0,03) e que consideram a aplicação do DFP uma terapia definitiva para crianças com comportamento não colaborador ou menor de 3 anos (p=0,02). O fator que esteve associado à aceitação dos pais foi a localização do dente e os fatores associados à indicação dos profissionais foram: comportamento não colaborador da criança, a pandemia de Covid-19 e conhecimento do produto. |
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