Avaliação de cultivares de alface crespa produzidas em hidroponia tipo NFT em dois ambientes protegidos em Ribeirão Preto (SP)
Devido a mudanças no hábito alimentar o consumo de alface vem aumentando, sendo seu fornecimento diário, o ano todo. Sendo assim, o cultivo hidropônico tem sido adotado por muitos produtores. Apesar disso, muitas cultivares ainda não são adaptadas a essa tecnologia. O objetivo deste trabalho foi ava...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/96944 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/96944 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Alface - Cultivo Hidroponia Alface crespa Soilles cultivation NFT - hydroponic system |
| Sumario: | Devido a mudanças no hábito alimentar o consumo de alface vem aumentando, sendo seu fornecimento diário, o ano todo. Sendo assim, o cultivo hidropônico tem sido adotado por muitos produtores. Apesar disso, muitas cultivares ainda não são adaptadas a essa tecnologia. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de cinco cultivares de alface em dois ambientes de cultivo no sistema hidropônico, tipo NFT, no período de 06/02 a 07/04 de 2006 em Ribeirão Preto, estado de São Paulo, Brasil. Para isso as cultivares Pira Roxa, Pira Vermelha, Locarno, Crespona gigante e Verônica foram avaliadas em casa de vegetação convencional e climatizada em sistema NFT (Técnica do fluxo laminar de nutrientes). O delineamento experimental foi em blocos casualizados, sendo cinco cultivares em três blocos. A colheita foi realizada aos 61 dias da semeadura sendo avaliadas a massa fresca e seca da parte aérea, caule e raízes; número de folhas maiores que 10 cm e número total de folhas. A cultivar Crespona gigante não diferiu da cv. Verônica em massas fresca e seca da parte aérea, mas foi superior às cultivares Pira Vermelha, Pira Roxa e Locarno. As cultivares Pira Roxa e Pira Vermelha sugeriram melhor adaptação, indicando maior resistência ao pendoamento. Não houve efeito significativo para a interação, cultivares e ambientes, mostrando que as cultivares comportaram-se de forma semelhante nos dois ambientes. Houve um maior consumo de água pelas plantas de alface na casa de vegetação convencional em relação à climatizada, provavelmente devido às maiores temperaturas e à menor umidade relativa do ar. A extração de nutrientes pelas folhas de alface (média de cinco cultivares) obedeceu a seguinte ordem decrescente: K>N>Ca>Mg>P>S>Fe>Mn>Zn>Cu. |
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