Entrou por uma língua e saiu por outra -: contação de histórias em espanhol para crianças brasileiras
A experiência como contadora de histórias e docente de língua espanhola foi determinante para a definição da temática deste trabalho. Na prática de contadora de histórias, percebemos que crianças têm grande intimidade com o ouvir/contar histórias e, no trabalho com o ensinoaprendizagem de língua esp...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/93938 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/93938 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lingua espanhola Lingua espanhola - Gênero Crianças - Brasil Discursive genre Storytelling practice Spanish language |
| Sumario: | A experiência como contadora de histórias e docente de língua espanhola foi determinante para a definição da temática deste trabalho. Na prática de contadora de histórias, percebemos que crianças têm grande intimidade com o ouvir/contar histórias e, no trabalho com o ensinoaprendizagem de língua espanhola com adultos brasileiros, vivenciamos situações que evidenciam a singular proximidade que se estabelece entre português e espanhol. No entanto, toda nossa experiência como professora referia-se a adultos. Mas como seria a recepção do espanhol no universo infantil? Seria possível aproveitar esse prazer das crianças pelas histórias e fazer desse caminho uma forma de introdução do espanhol como língua estrangeira para crianças falantes de português? Com esses questionamentos iniciais presentes, constatamos que há pouca bibliografia sobre a temática e, no percurso de nosso trabalho, buscamos fundamentação teórica em estudos sobre gêneros discursivos, linguística textual e em reflexões acerca das proximidades e distanciamentos que se estabelecem entre as línguas portuguesa e espanhola. Embasamo-nos em trabalhos de Bakhtin (2004), Bronckart (1999), Charaudeau (1992), Dolz & Schneuwly (1996), Marcuschi (2002), Fiorin (2006) e Perroni (1992) para a explanação sobre os limites e a abrangência do conceito de gênero; nas descrições feitas por Celada (2002), Fanjul (2002) e Almeida Filho (1995) para compreendermos as aproximações e distanciamentos entre as línguas espanhola e portuguesa; nos estudos de Marcuschi (2004) e Koch (2003) no que diz respeito às considerações acerca da relação entre fala e escrita. Formulamos da seguinte maneira nossas perguntas de pesquisa: 1. A prática de contação de histórias poderia ser caracterizada como um gênero discursivo na perspectiva bakhtiniana? Se sim, quais seriam suas características? 2. Este gênero... |
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