Experience of the Municipality of Sao Paulo in the Implementation of Comprehensive Health Services for Lesbians, Gays, Bisexuals, Travestis, Transsexuals, Intersex, Asexuals and People with Experience of Gender Variability - LGBTIA+

Historicamente a população LGBTIA+ é excluída nos serviços de saúde. As dificuldades de acesso são legítimas e decorrentes do estigma e discriminação. Foi necessário fortalecer o acesso e a qualidade do atendimento em saúde. As pessoas LGBTIA+ precisavam ser melhor acolhidas, ter garantido atendimen...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Tânia Regina Corrêa, Ciccone, Flavia Helena, Godoy, Julia Moura, Pereira, Márcia Valéria, Januário, Emanuel Aparecido, Guingo, Juliane, Stagni, Marina Pereira Santos, Maciel, Marcela Eugenia Ordonez
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP)
Repositorio:BEPA. Boletim epidemiológico paulista (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.saude.sp.gov.br:article/38884
Acceso en línea:https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/38884
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lésbicas
Gays
Bissexuais
Travestis
Transexuais
Intersexos
Assexuais
Descripción
Sumario:Historicamente a população LGBTIA+ é excluída nos serviços de saúde. As dificuldades de acesso são legítimas e decorrentes do estigma e discriminação. Foi necessário fortalecer o acesso e a qualidade do atendimento em saúde. As pessoas LGBTIA+ precisavam ser melhor acolhidas, ter garantido atendimento integral e ter seus direitos básicos respeitados. Era indispensável ampliar a rede de serviços de hormonização, rever sistemas de informação (nome social/gênero/orientação sexual) e investir na capacitação dos profissionais de saúde. Para solucionar essas questões, foi desenhado pela AT da SMS um plano de ações e estratégias de cuidado em conjunto com as seis interlocutoras regionais LGBTIA+. O principal resultado foi a implementação de unidades na Rede SAMPA Trans, de 28 unidades para 47 em 2022. Isso permitiu dar maior visibilidade a essa população, aprimorar o acolhimento, ofertar acompanhamento de qualidade desde a utilização de hormônios, até as cirurgias de transformação corporal.