Bionomadologia
Esta dissertação explora as possibilidades de uma bionomadologia: uma ciência situada entre as ciências duras ou de Estado e as ciências nômades, nos termos em que esses conceitos são formulados por Gilles Deleuze e Félix Guattari no livro Mil platôs. Estendem-se, assim, os fios de uma bionomadologi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/12186 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/12186 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Deleuze, Gilles 1925-1995. Guattari, Felix 1930-1992. Bionomadologia Filosofia Philosophy Science Bionomadology Deleuze |
| Sumario: | Esta dissertação explora as possibilidades de uma bionomadologia: uma ciência situada entre as ciências duras ou de Estado e as ciências nômades, nos termos em que esses conceitos são formulados por Gilles Deleuze e Félix Guattari no livro Mil platôs. Estendem-se, assim, os fios de uma bionomadologia. De uma ciência que tente desfazer as organizações e desarranjar os organismos. De uma ciência das metamorfoses e dos devires. Esses fios buscam entrelaçar ciência e filosofia. É ali, no ponto em que se encontram uma ciência nômade e uma filosofia da diferença, que se desenvolve uma bionomadologia. Uma ciência da vida. Uma ciência de uma vida. Uma ciência cujos fios se desenrolam num plano de imanência. Uma bionomadologia tende a arrastar consigo novidades. Prefere misturar o que aparentemente parece determinado, embrenhar-se num emaranhado de intensidades. Uma experimentação propriamente viva. |
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