Da festa da representação a representação da festa: apontamentos sobre a transformação do tempo-espaço carnavalesco
Trata-se, nesta pesquisa, de entender a história da festa carnavalesca segundo três de seus momentos principais: há, inicialmente, a festa como central idade de conteúdos precários, limitados e locais - como foram os carnavais medievais -; a seguir, fundada pela burguesia numa ação verdadeiramente m...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-23082011-143606 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-23082011-143606/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Carnaval Carnival Festas populares Festivals |
| Sumario: | Trata-se, nesta pesquisa, de entender a história da festa carnavalesca segundo três de seus momentos principais: há, inicialmente, a festa como central idade de conteúdos precários, limitados e locais - como foram os carnavais medievais -; a seguir, fundada pela burguesia numa ação verdadeiramente mundial, entra em foco a centralidade urbano-festiva rica, complexa e eventualmente descontrolada dos carnavais do século XIX e começo do século XX; por fim, em compasso com as amplas transformações do espaço-tempo social, ocorridas na segunda metade do século XX e promovidas pelo novo determinismo do mundo da economia, há o surgimento do pseudocentro carnavalesco: sob o peso das abstrações mercantis que transformam os modos de vida, a festa deteriora-se. No entanto, este não é o fim de sua história. A retomada da festa, posta no horizonte como possibilidade, é também a retomada da atividade humana em seu sentido fundamental: o uso. Uso das coisas, do corpo, do tempo, do espaço, do desejo . |
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