Adolfo Celi, um olhar para dois mundos

O ensaio resgata a vivência brasileira de Adolfo Celi, ator e diretor italiano ativo em cinema e teatro (1922-1986), inserido no laboratório paulista da renovação, na década de 1950. Sua atuação impôs, no palco, o legado texto-cêntrico de Sílvio d'Amico e a utopia do ator plástico de Copeau e,...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Vanucci, Alessandra
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Significação (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/65562
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/65562
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Adolfo Celi
teatro
cinema.
Descripción
Sumario:O ensaio resgata a vivência brasileira de Adolfo Celi, ator e diretor italiano ativo em cinema e teatro (1922-1986), inserido no laboratório paulista da renovação, na década de 1950. Sua atuação impôs, no palco, o legado texto-cêntrico de Sílvio d'Amico e a utopia do ator plástico de Copeau e, na tela, a estética neo-realista associada a uma atuação fortemente marcada pelo ideário teatral moderno. As intuições, a herança, as oportunidades e as invenções perdidas desta experiência transcultural sugerem um quadro de realização somente parcial do projeto modernizador. Ao entrar na década de 60, é a sensação de ter esgotado um ciclo existencial que fornece a Celi um válido álibi para o retorno. Álibi (1969), seu terceiro e último filme como diretor, realizado na Itália com Gassmann e Lucignani, é um testemunho de vida e memórias, de raiva e de saudade do Brasil; e um precioso guia para entender sua extraordinária ‘aventura americana’.