A tragédia nova e o drama histórico de Garrett: repensando Frei Luís de Sousa (1843-1844) e A Sobrinha do Marquês (1848)

Polígrafo oitocentista, precursor do romantismo português, Almeida Garrett destacou-se pela grande dedicação ao teatro. Trabalhou, nesse âmbito artístico, em diferentes frentes, sendo responsável por reformar a cena portuguesa. Dessa forma, o presente trabalho pretende destacar as ideias garrettiana...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Sant’Anna, Thayane Alves Guerra
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/20968
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20968
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Theater
Romanticism
Almeida Garrett
Teatro
Drama
Romantismo
Garret, Almeida, 1799-1854 – Crítica e interpretação
Garret, Almeida, 1799-1854. Frei Luís de Sousa
Garret, Almeida, 1799-1854. A sobrinha do marquês
Teatro português – História e crítica
Teatro (Literatura)
LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::OUTRAS LITERATURAS VERNACULAS
Descripción
Sumario:Polígrafo oitocentista, precursor do romantismo português, Almeida Garrett destacou-se pela grande dedicação ao teatro. Trabalhou, nesse âmbito artístico, em diferentes frentes, sendo responsável por reformar a cena portuguesa. Dessa forma, o presente trabalho pretende destacar as ideias garrettianas que promoveram esse profícuo trabalho e, na sequência, analisar duas de suas composições dramáticas. Garrett foi crítico de teatro, com vasta cultura histórica e literária, construída a partir da educação clássica cultivada desde a infância. É o que pode ser surpreendido em alguns dos prefácios de suas obras. A leitura atenta de Frei Luís de Sousa (1843-1844) e de A Sobrinha do Marquês (1848), ambas publicadas durante ditadura cabralista, evidenciam as bases da atividade dramática garrettiana e permitem tratar das designações “tragédia moderna” e “comédia/drama histórico” propostas pelo autor. O primeiro drama evoca o monástico seiscentista Manuel de Sousa Coutinho e as consequências da Batalha de Alcácer-Quibir. O segundo drama passa-se no fim do governo de D. José e do ministério do Marquês de Pombal. O estudo de A Sobrinha do Marquês completa-se com a análise de seu manuscrito e da carpintaria dramática de Almeida Garrett