Da fotografia como circum-navegação da antropologia

Resumo: "Eu fotografo, mas não sou fotógrafo [...]". "Eu [...] vejo a fotografia como um modo de fugir da antropologia, de sair da antropologia, assim como vi na antropologia indígena que eu escolhi como profissão um modo de sair do Brasil." Jamais foram simples – por mais que te...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Sterzi, Eduardo, 1973-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1394931
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/19634
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Viveiros de Castro, Eduardo, 1951-
Fotografia
Antropologia
Photography
Anthropology
Dossiê
Descripción
Sumario:Resumo: "Eu fotografo, mas não sou fotógrafo [...]". "Eu [...] vejo a fotografia como um modo de fugir da antropologia, de sair da antropologia, assim como vi na antropologia indígena que eu escolhi como profissão um modo de sair do Brasil." Jamais foram simples – por mais que tenham sido constantes – as relações entre antropologia e fotografia no percurso intelectual de Eduardo Viveiros de Castro. Durante muito tempo, até recentemente, era perceptível certo desconforto do antropólogo quando convidado a discorrer sobre suas experiências fotográficas. Esse desconforto vinha talvez de não saber indicar exatamente qual o lugar que a fotografia ocupava em meio a uma prática antropológica sempre mais consolidada e reconhecida. É essa própria persistência da fotografia a despeito do desconforto que, porém, merece ser pensada