Antevendo as ameaças fúngicas para Stevia rebaudiana, uma cultura agronômica em expansão
Stevia rebaudiana Bertoni (Asteraceae) popularmente conhecida como erva-doce do Paraguai é uma planta perene nativa da Serra de Amambai e ocorre espontaneamente no Paraguai e em regiões adjacentes do Brasil e Argentina. É uma fonte importante de adoçante natural em cujas folhas encontram-se glicosíd...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/16808 |
| Acesso em linha: | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/16808 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Fungos fitopatogênicos Fungos fitopatogênicos - Taxonomia Asteraceae Stevia rebaudiana Adoçante Fitopatologia |
| Resumo: | Stevia rebaudiana Bertoni (Asteraceae) popularmente conhecida como erva-doce do Paraguai é uma planta perene nativa da Serra de Amambai e ocorre espontaneamente no Paraguai e em regiões adjacentes do Brasil e Argentina. É uma fonte importante de adoçante natural em cujas folhas encontram-se glicosídeos (esteviosídeos e rebaudiosídeos) que podem ser 300 vezes mais doces que a sacarose da cana-de açúcar. As suspeitas de que o consumo dos adoçantes sintéticos tenha efeitos nocivos para a saúde têm ocasionado um aumento na demanda dos edulcorantes naturais, e neste caso a S. rebaudiana tem chamado atenção, pois além de ser um produto natural ainda apresenta propriedades farmacêuticas. Com o rápido aumento do cultivo e comercialização da cultura ocorre o inevitável surgimento de problemas fitossanitários relacionados a doenças fúngicas. Até o momento pouco se sabe sobre os patógenos associados a S. rebaudiana, não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Com objetivo de esclarecer e complementar as informações relacionadas aos fungos fitopatogênicos de S. rebaudiana, foi realizado um levantamento dos fungos associados a esta planta no Brasil e no Paraguai visando produzir uma descrição mais completa da sua micobiota. Durante o levantamento foram obtidas amostras da região sul e sudeste do Brasil e do Paraguai. Foram encontrados, descritos (através de morfometria e análises moleculares) e ilustrados doze fungos, dentre os quais dois são aqui reconhecidos como novos taxa, são eles: cinco hifomicetos/formas assexuadas de ascomicetos (Alternaria burnsii, Alternaria novae-guineensis, Cercospora sp., Corynespora cassiicola e Fusarium sp.), cinco celomicetos/formas assexuadas de ascomicetos (Colletotrichum truncatum, Elsinoë sp. nov., Macrophomina phaseolina, Phoma omnivirens e Septoria sp. nov.), uma ferrugem (Aecidium minimum) e um basidiomiceto (Athelia rolfsii). |
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