AVALIAÇÃO FUNCIONAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS INDEPENDENTES PARA A MARCHA

O comprometimento do desempenho funcional observado durante o processo de envelhecimento, associado às demandas socioeconômicas, são motivos que levam à institucionalização de idosos. Entretanto, a institucionalização geralmente acarreta em maior declínio funcional, mesmo em idosos com preservação d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rodrigues, Natalia Camargo, Molnar, Patricia, de Abreu, Daniela Cristina Carvalho
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/51750
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/51750
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Envelhecimento
Institucionalização
Funcionalidade.
Descripción
Sumario:O comprometimento do desempenho funcional observado durante o processo de envelhecimento, associado às demandas socioeconômicas, são motivos que levam à institucionalização de idosos. Entretanto, a institucionalização geralmente acarreta em maior declínio funcional, mesmo em idosos com preservação da independência. Assim, entender melhor o impacto deste contexto ambiental sobre a funcionalidade é importante para auxiliar nas estratégias necessárias para a manutenção do desempenho funcional de idosos. O objetivo do estudo foi comparar o desempenho funcional de idosos independentes para a marcha entre moradores ou não de Instituição de Longa permanência (ILP). Participaram do estudo vinte idosos da comunidade e vinte nove idosos institucionalizados, de ambos os sexos, sem declínio cognitivo. O desempenho funcional foi avaliado pela Escala de Equilíbrio Funcional de Berg, Dynamic Gait Index, Performance-Oriented Mobility Assessment of Gait and Balance e Timed Up and Go e a depressão foi avaliada pelo Geriatric Depression Scale. Os resultados apontaram que os idosos institucionalizados apresentaram maior comprometimento da mobilidade, equilíbrio e marcha em comparação com os idosos da comunidade, o qual pode ser explicado pelo contexto social em que estão inseridos.