The travels of Joseph Beal Steere in Brazil, Peru and Ecuador (1870-1873)

Joseph Beal Steere (1842-1940) foi enviado pela Universidade de Michigan numa viagem ao redor do mundo, de 1870 (setembro) até 1875, para coletar espécimes em todas as áreas das ciências naturais e humanas para o Museu da Universidade. De Nova Iorque embarcou para o Brasil (São Luís, Maranhão), subi...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Papavero, Nelson, Overal, William L., Teixeira, Dante M., Hinshaw, Janet
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Arquivos de Zoologia (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/12028
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/azmz/article/view/12028
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Joseph Beal Steere
Viagens
Amazônia brasileira
Peru
Equador
Cartas
Travels
Brazilian Amazonia
Ecuador
Letters
Descripción
Sumario:Joseph Beal Steere (1842-1940) foi enviado pela Universidade de Michigan numa viagem ao redor do mundo, de 1870 (setembro) até 1875, para coletar espécimes em todas as áreas das ciências naturais e humanas para o Museu da Universidade. De Nova Iorque embarcou para o Brasil (São Luís, Maranhão), subindo depois o rio Amazonas e permaneceu 18 meses nesse rio e alguns de seus afluentes. Chegado ao término da navegação do Amazonas, na boca do rio Santiago (Peru), desceu numa balsa, por duzentas milhas, para chegar à boca do Huallaga. Subiu este rio até Yurimaguas, de onde atravessou os Andes. Parte da viagem foi feita a pé ou a cavalo, e no caminho passou algum tempo nas antigas cidades de Moyobamba, Chachapoyas e Cajamarca. Atingiu a costa em uma cidade chamada Huanchaco, perto da cidade de Trujillo, e daí foi para Lima, depois para Guayaquil, e, por terra, a Quito, sempre coletando. Em Quito subiu o vulcão Pichincha e foi até o fundo de sua cratera. De volta a Quito e Lima fez uma excursão pela costa do Peru, coletando antiga cerâmica peruana em túmulos etc. De Lima foi à região mineira de Cerro de Pasco, para coletar minerais. Finalmente, partiu da capital peruana e cruzou o Pacífico num navio que se dirigia a Macau, na China. De Macau viajou sucessivamente a Hong Kong e Cantão, de Cantão à ilha de Formosa, onde permaneceu de seis a oito meses fazendo viagens entre os selvagens do interior. De Formosa, via Hong Kong e Cantão, foi para as Filipinas, onde passou dez meses, visitando muitos lugares nunca antes visitados por naturalistas e encontrou quarenta espécies novas de aves. Das Filipinas foi a Cingapura, daí para Malaca, e viajou pelas Molucas Holandesas, parando em lugares como Java, Macassar, Amboina e Ternate. Dessas ilhas regressou a Cingapura e dali, via o Canal de Suez e o Mediterrâneo, foi a Marselha, com uma escala em Nápoles. Cruzando a França por trem, chegou a Londres e de Liverpool voltou para os Estados Unidos, depois de uma ausência de pouco mais de três anos. Periodicamente escrevia cartas narrando suas aventuras e impressões, com notas sobre as regiões visitadas, ao Peninsular Courier and Family Visitant, uma revista semanal editada em Ann Arbor, onde eram publicadas. As 62 cartas escritas por Steere na América do Sul (Brasil, Peru e Equador) são transcritas abaixo, com comentários.