Minijardim clonal de oliveira: produtividade e enraizamento de miniestacas
A oliveira Olea europaea L. é uma cultura de importância atual e promissora para diversos países produtores e para o Brasil, embora sua propagação por semente e vegetativa apresentem dificuldades, especialmente o enraizamento adventício de estacas e miniestacas. Objetivou-se avaliar as influências d...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/48477 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/48477 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Botânica Aplicada Olea europaea L. Miniestaquia Olivicultura Oliveira - Produtividade Solução nutritiva Minicutting Olive growing Clonal minigarden Nutritive solution Olive - Productivity |
| Sumario: | A oliveira Olea europaea L. é uma cultura de importância atual e promissora para diversos países produtores e para o Brasil, embora sua propagação por semente e vegetativa apresentem dificuldades, especialmente o enraizamento adventício de estacas e miniestacas. Objetivou-se avaliar as influências da época do ano, da concentração de cálcio na solução nutritiva e de ácido indolbutírico (AIB) no desempenho, na produtividade do minijardim clonal e enraizamento de miniestacas de oliveira (Olea europaea L.) das cultivares ‘Arbosana’, ‘Koroneiki’ e ‘Grappolo 541’. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos casualizados em arranjo fatorial (3x4x6x2) com parcelas subdivididas no tempo, sendo os fatores constituídos por cultivares (‘Koroneiki’, ‘Arbosana’ e ‘Grappolo 541’), estações do ano (verão, primavera, outono e inverno), seis concentrações de Cálcio (1, 2, 4, 6, 8 e 10 ml L -1 ) e AIB (ausência e 3.000 mg L -1 ). Foi mensurada a sobrevivência das minicepas (%), número de brotos, comprimento dos brotos, número de nós por broto, número de folhas por broto e número de miniestacas por minicepa por metro quadrado ao ano. Na miniestaquia foram avaliados sobrevivência, enraizamento e calogênese (%), número de raízes, comprimento da maior raiz (cm), comprimento médio de raízes (cm), matéria seca de raiz, caule e total (g). Quanto aos parâmetros anatômicos nas raízes foram avaliados área total da raiz, do cilindro vascular e do córtex (µm 2 ), espessura do córtex, da epidermis e da endodermis (µm). Na base das miniestacas foram mensurados a espessura do floema, do córtex e do anel de esclerênquima (µm) e quantidade de espaços do anel de esclerênquima. Os dados foram submetidos ao teste de Shapiro Wilk (p>0,05) e Bartlett (p>0,05). Foi realizada análise de variância (p<0,01 e p<0,05) e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). As minicepas apresentaram sobrevivência de 100% durante 844 dias de coletas sucessivas de brotações, o que indicou elevada longevidade para as três cultivares. A maior produção de miniestacas, sobrevivência e enraizamento ocorreram nas estações primavera, verão e outono. A cultivar que se destacou em resposta a todas as variáveis foi ‘Koroneiki’, apresentando resultados superiores em todas as épocas do ano. Em geral, a concentração de Ca, nas soluções de 2, 4 e 6 mL L -1 , induziu maior sobrevivência e enraizamento, maior número de raízes e maior massa seca para as três cultivares. Para as características anatômicas da raiz se destacou a ‘Grappolo 541’ e para miniestacas se destacou ‘Koroneiki’. A aplicação do AIB favoreceu o enraizamento. A técnica de miniestaquia apresentou viabilidade para a clonagem das cultivares, ante a necessidade de produção rápida, econômica e eficiente de mudas de oliveira, durante todas as estações do ano, atendendo ao crescente aumento dos plantios em regiões subtropicais e temperadas no Brasil e em outros países. |
|---|