| Resumo: | A trama complexa e multifacetada das pesquisas que se propõem a olhar o mínimo e reinventar caminhos para a Educação exige abertura. Olhos, poros, pistas. O corpo não quer ser privilégio, restrito. Entre a utopia que leva à eterna busca e os (des) encontros provisórios, os tempos e espaços como limites são reapresentados em suas outras possibilidades. A heterotopia é lugar real, materialização das utopias – que paradoxalmente passam a inexistir. Neste texto, o conceito compreendido como arquitetônico e geográfico das heterotopias é deslocado para algo a ser produzido e encarnado pelos próprios corpos, estes eternos navegantes, em diálogo com uma série japonesa baseada em mangá.The complex and multifaceted fabric of research that proposes to look at the least and reinvent paths to Education requires openness. Eyes, pores, clues. A fiction is drawn only to dissipate and materialize, but not without struggle. The body does not want to be a privilege. Between the utopia that leads to the eternal search and the provisional (dis) encounters, times and spaces as limits are represented in their other possibilities. Heterotopy is a real place, materialization of utopias - which paradoxically do not exist. In this text, the concept understood as architectural and geographical heterotopias is shifted to something to be produced and incarnated in and by the bodies themselves, these eternal navigators, in dialogue with a Japanese series based on manga.
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