Estudo sobre foraminíferos e radiolários do cretáceo, Bacia Pará-Maranhão, margem equatorial brasileira

Neste estudo são apresentados os dados obtidos de microfósseis, foraminíferos e radiolários, em dois poços 1-MAS-12 e 1-MAS-16, nas formações Ilha de Santana e Travosas, do Grupo Humberto de Campos, Bacia Pará-Maranhão. Com base no estudo de foraminíferos constatou-se a idade Turoniana-Maastrichtian...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Cristiane Pakulski da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/12522
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/12522
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Foraminíferos planctônicos
Radiolarios
Bioestratigrafia
Pará-Maranhão, Bacia sedimentar do (PA e MA)
Foraminifers
Radiolarians
Bioestratigraphy
Cretaceous
Descripción
Sumario:Neste estudo são apresentados os dados obtidos de microfósseis, foraminíferos e radiolários, em dois poços 1-MAS-12 e 1-MAS-16, nas formações Ilha de Santana e Travosas, do Grupo Humberto de Campos, Bacia Pará-Maranhão. Com base no estudo de foraminíferos constatou-se a idade Turoniana-Maastrichtiana, para os depósitos analisados. Dos foraminíferos planctônicos, os mais abundantes foram Archeoglobigerina blowi e Heterohelix globulosa. Dentre as formas bentônicas, a mais presente foi Gavelinella pertusa. Dos radiolários foram reconhecidos Histiastrum latum, Orbiculiforma sp., Pseudoaulophacus sp. e Dictyomitra multicostata. Observou-se o predomínio das formas planctônicas em relação às bentônicas, sendo os picos de abundância de foraminíferos e radiolários indicativos de alta produtividade orgânica e eventos de ressurgência.