Comparação de métodos analíticos para quantificação de ácido valproico
As intoxicações por medicamentos são predominantes no Brasil e frequentes na faixa etária de 0 a 14 anos. O ácido valproico (AV) vem se destacando em virtude do aumento do seu espectro de utilização na terapêutica clínica, porém, a hepatotoxicidade pode ser desencadeada por altas concentrações desse...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2011 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/230106 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/230106 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Ácido valpróico Valproic acid Intoxication GC/FID HPLC-F |
| Summary: | As intoxicações por medicamentos são predominantes no Brasil e frequentes na faixa etária de 0 a 14 anos. O ácido valproico (AV) vem se destacando em virtude do aumento do seu espectro de utilização na terapêutica clínica, porém, a hepatotoxicidade pode ser desencadeada por altas concentrações desse fármaco, apresentando alta incidência em crianças. Logo, tornam-se importantes métodos rápidos de quantificação desse fármaco, a fim de auxiliar o clínico no tratamento da intoxicação. Diante desse cenário, os objetivos deste trabalho foram comparar metodologias analíticas para quantificação de AV por CLAE-F (fluorescência) e CG/DIC (detecção por ionização de chama) em relação à sua potencial aplicação em toxicologia clínico-laboratorial de urgência. Para quantificação de AV por fluorescência, realizou-se a derivatização do AV com 4-(Bromometil)-7-metoxicumarina, sendo o produto da reação analisado em λ de emissão de 325 e detecção de 398 nm, na faixa de calibração de 1-300 μg/mL. Com relação à CG/DIC, esta apresentou-se linear na faixa de 100-2000 μg/mL, sem necessidade de derivatização prévia. A técnica de CG/DIC mostrou-se mais apropriada para análises toxicológicas de urgência em casos de intoxicação com AV, tendo em vista o menor tempo de corrida, a linearidade obtida, menor custo, rapidez e praticidade, além de utilizar um equipamento robusto, disponível na grande maioria dos laboratórios de toxicologia de pequeno e médio porte. |
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