Análise sobre a equivalência entre as eletrodinâmicas de Lorentz e de Einstein
Muitos físicos e filósofos da ciência aceitam a afirmação de que as teorias eletrodinâmicas de Lorentz e de Einstein são empiricamente equivalentes [Dorlig, 1968], isto é, que não existem experimentos para os quais as referidas teorias prevêem resultados distintos. Assumida a mencionada equivalência...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/15856 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/15856 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Experimento de Michelson-Morley Contração de Lorentz-Fritzgerald Teorias do éter Equações de transformação, Equivalência Estados correspondentes |
| Sumario: | Muitos físicos e filósofos da ciência aceitam a afirmação de que as teorias eletrodinâmicas de Lorentz e de Einstein são empiricamente equivalentes [Dorlig, 1968], isto é, que não existem experimentos para os quais as referidas teorias prevêem resultados distintos. Assumida a mencionada equivalência, os critérios a serem adotados para a escolha entre as duas teorias passam a ser de natureza extra científica, tais como: simplicidade,“força heurística”, menor quantidade de pressupostos, etc. A referida equivalência empírica é corroborada com o experimento de Michelson-Morley (EMM) [Michelson 1881, 1887] [Shankland 1963] que pode ser explicado mediante ambas as teorias. Particularmente, na teoria de Lorentz, adota-se a contração de Lorentz-Fitzgerald [Shankland 1963]. No entanto, Miranda Filho [Miranda Filho 2004] revela que a citada hipótese de contração falha ao explicar o resultado negativo do experimento quando se modifica a configuração original do aparato (EMM generalizado ou EMMG) para formar a figura de interferência num plano distinto das superfícies dos espelhos. Em contrapartida, a teoria de Einstein continua a explicá-lo. Mas, na eletrodinâmica de Lorentz de 1904, a referida contração constitui apenas parte de sua teoria. Logo, embora a contração de Lorentz-Fitzgerald não seja suficiente para cobrir a explicação do EMMG apresentada por Miranda Filho, não podemos dizer que a teoria completa não o faça. Este é, portanto, o nosso terreno de investigação para analisar a referida equivalência ou não das duas teorias eletrodinâmicas. |
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