O status morfoprosódico dos sufixos -inho/-zinho, -mente e -íssimo no português brasileiro
Este texto trata da formação morfológica e prosódica de estruturas afixadas do português brasileiro, em especial daquelas formadas por ‑inho/‑zinho, ‑mente e ‑íssimo, já que esses afixos parecem apresentar uma certa independência em relação a alguns processos da língua, como a neutralização das voga...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/180875 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/180875 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sufixos Língua portuguesa Acentuação Morfologia Prosódia Linguística Suffixation Stem Stress Prosodic word |
| Sumario: | Este texto trata da formação morfológica e prosódica de estruturas afixadas do português brasileiro, em especial daquelas formadas por ‑inho/‑zinho, ‑mente e ‑íssimo, já que esses afixos parecem apresentar uma certa independência em relação a alguns processos da língua, como a neutralização das vogais pretônicas. Assumimos que, em geral, os afixos do português unem-se, no plano morfológico, à raiz, e, no plano prosódico, a outras sílabas átonas. Os sufixos ‑inho/‑zinho, ‑mente e ‑íssimo, contudo, dão indícios de uma anexação mais tardia na gramática, isto é, ao radical ou tema e à palavra prosódica. |
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