Dinâmica de interdependência na abertura do mercado brasileiro

Neste trabalho são testados os efeitos das variações nos mercados de ações durante a noite sobre a abertura do mercado brasileiro de ações. São considerados os principais mercados com variações durante o período em que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está fechada para negociações à vista:...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Franco, Frederico De Barros
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)
Repositorio:Repositório Institucional da INSPER
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.insper.edu.br:11224/1002
Acceso en línea:https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1002
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Interdependência
Mercados globais
Bolsas de valores
Interdependence
Global markets
Stock exchanges
Descripción
Sumario:Neste trabalho são testados os efeitos das variações nos mercados de ações durante a noite sobre a abertura do mercado brasileiro de ações. São considerados os principais mercados com variações durante o período em que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está fechada para negociações à vista: Estados Unidos, Japão, Ásia-Pacífico e Europa. Os retornos dos índices destes mercados são calculados até o horário de abertura do mercado brasileiro e testados como variáveis explicativas para os retornos dos primeiros trinta minutos do principal índice do mercado de ações brasileiro, o Ibovespa. Foi utilizado modelo de regressão por mínimos quadrados ordinários com estimadores robustos a heterocedasticidade e autocorrelação serial, segundo Newey-West. Apenas os mercados europeus se mostraram significativos, com pouco ou nenhum efeito dos mercados americano, japonês e da Ásia-Pacífico. Os resultados confirmam para o mercado brasileiro os resultados já encontrados na literatura para o mercado asiático: (i) há evidência de interdependência, mas (ii) não suficientemente forte para rejeitar a hipótese de eficiência informacional dos mercados; e (iii) há oportunidade de diversificação internacional eficiente das carteiras.