Auto-enxerto de crista ilíaca associado à medula óssea autógena fresca na união vertebral dorsolateral lombar em coelhos

Este estudo avaliou a associação do auto-enxerto da crista ilíaca à medula óssea autógena fresca na artródese dorsolateral das vértebras lombares L5-L6 em 36 coelhos, distribuídos em dois grupos. No Grupo 1 (Gl), constituído de 12 coelhos, os processos transversos das vértebras lombares foram submet...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Alessandra Sayegh Arreguy, Carlo, Ricardo Junqueira Del, Rizzo, Damaris
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/20926
Acceso en línea:http://www.ceres.ufv.br/ojs/index.php/ceres/article/view/3033
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/20926
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Artródese espinhal
Auto-enxerto
Medula óssea
Descripción
Sumario:Este estudo avaliou a associação do auto-enxerto da crista ilíaca à medula óssea autógena fresca na artródese dorsolateral das vértebras lombares L5-L6 em 36 coelhos, distribuídos em dois grupos. No Grupo 1 (Gl), constituído de 12 coelhos, os processos transversos das vértebras lombares foram submetidos à descorticação bilateral. No Grupo 2 (G2), foram depositados sobre o processo transverso descorticado de 24 coelhos cerca de 2 g de auto-enxerto de crista ilíaca, associados a 2 ml de medula óssea fresca. Quatro animais do G1 e oito do GZ foram sacrificados às cinco, sete e nove semanas após o procedimento cirúrgico, permitindo a realização de análises por palpação, radiografias e histologia. Em quatro animais do GZ, a cada semana de sacrifício, realizaram-se também testes biomecânicos no segmento operado. Nos animais do Gl o segmento operado apresentou mobilidade normal até a nona semana após a cirurgia, apresentando aos raios X e à análise histológica reação periosteal moderada nos processos transversos descorticados, sem evidências de formação óssea. No GZ, desde as cinco semanas o segmento operado de todos os animais apresentava-se sólido à palpação. Radiograficamente, a formação de ponte óssea evoluiu com as semanas de tratamento até atingir 75% dos animais operados às nove semanas. Microscopicamente, houve precocidade na formação endocondral, observada desde a quinta semana após a cirurgia. O teste biomecânico demonstrou que as vértebras tratadas apresentaram diferença significativa entre a força ao ponto de ruptura e a força ao limite de elasticidade, quando comparadas com as vértebras adjacentes. Contudo, não houve diferença entre as semanas. A medula óssea autógena fresca constitui uma opção para o aumento nas taxas de união, favorecendo formação óssea precoce e aumento da quantidade de osso formado.