Evolução do autocuidado de pacientes com insuficiência cardíaca no primeiro retorno ambulatorial e três meses após alta hospitalar

Objetivo: analisar a evolução do autocuidado de pacientes internados com insuficiência cardíaca descompensada, entre o primeiro retorno após alta hospitalar (T0) e três meses após essa avaliação (T1). Método: estudo observacional, analítico e longitudinal realizado nos ambulatórios de cardiologia de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cunha, Debora Cristine Previde Teixeira da, Rossi, Lidia Aparecida, Dessote, Carina Aparecida Marosti, Bolela, Fabiana, Dantas, Rosana Aparecida Spadoti
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
portugués
español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/190089
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/190089
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Heart Failure; Self Care; Nursing Care; Ambulatory Care; Health Education; Cardiology
Insuficiencia Cardíaca; Autocuidado; Atención de Enfermería; Atención Ambulatoria; Educación en Salud; Cardiología
Insuficiência Cardíaca; Autocuidado; Cuidados de Enfermagem; Assistência Ambulatorial; Educação em Saúde; Cardiologia
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar a evolução do autocuidado de pacientes internados com insuficiência cardíaca descompensada, entre o primeiro retorno após alta hospitalar (T0) e três meses após essa avaliação (T1). Método: estudo observacional, analítico e longitudinal realizado nos ambulatórios de cardiologia de dois hospitais públicos de Ribeirão Preto, São Paulo. Os dados sociodemográficos e clínicos foram coletados por entrevistas e consulta aos prontuários. O autocuidado foi avaliado pela versão brasileira do instrumento Self-Care of Heart Failure Index-SCHFI. Os dados foram analisados pelos testes de t de Student e distribuição pareada (McNemar) com nível de significância de 0,05. Resultados: constatamos aumento nas médias dos escores das três subescalas do SCHFI (Manutenção, Manejo e Confiança), quando comparados os valores de T0 e T1, sendo essas diferenças estatisticamente significantes (p<0,001). Ao compararmos as mudanças positivas nas ações de autocuidado ao longo desses meses, encontramos mudanças estatisticamente significantes nas subescalas Manutenção (6 dos 10 itens), Manejo (5 de 6 itens) e Confiança (4 de 6 itens). Conclusão: o autocuidado da insuficiência cardíaca melhorou no período entre o primeiro retorno após a alta e o final de três meses de acompanhamento. Outros estudos são necessários para verificar as variáveis associadas à melhora do autocuidado após a internação.