Quimioestratigrafia isotópica (C e Sr) em lentes de mármores nos terrenos Rio Capibaribe e Alto Moxotó, Zona Transversal da Província Borborema, NE do Brasil
Este trabalho apresenta como objetivo, o estudo quimioestratigráfico de lentes de mármores, localizadas na porção oriental da Zona Transversal, pertencentes a seqüências metassedimentares dos Terrenos Rio Capibaribe (TRC) e Alto Moxotó (TAM). Estes terrenos (TRC e TAM) compreendem uma faixa Mesoprot...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2000 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/6698 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6698 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Quimioestratigrafia Mármores Pré-Cambriano Isótopos carbono |
| Sumario: | Este trabalho apresenta como objetivo, o estudo quimioestratigráfico de lentes de mármores, localizadas na porção oriental da Zona Transversal, pertencentes a seqüências metassedimentares dos Terrenos Rio Capibaribe (TRC) e Alto Moxotó (TAM). Estes terrenos (TRC e TAM) compreendem uma faixa Mesoproterozóica, composta por um embasamento gnáissicomigmatítico (Complexos Sertânia e Surubim-Caroalina), que inclui um prisma acrescionário muito discutido geológicamente nos últimos anos. Apesar das diversas e controvertidas divisões dos terrenos, dados quimioestratigráficos em mármores pertencentes às seqüências metassedimentares destes, depositadas sobre o embasamento gnáissico migmatítico (comuns aos dois terrenos), mostram um contexto ambiental de precipitação sedimentar bastante semelhante. A começar pela origem dos calcários (a maioria de composição calcítica), serem de origem marinha. Constatação esta feita pelos valores de Z estar em uma faixa sempre maior que 120. A investigação do comportamento isotópico de C e Sr nos mármores permitiu identificar a assinatura isotópica destes. Obtendo-se δC13 em um intervalo que abrange valores de 0 a +8 (PDB) e Sr 0,70801 a 0,70824. A partir daí, pode-se inferir paleoambientes caracterizados nas curvas de variação secular existente na literatura geológica onde foi obtida uma assinatura isotópica correspondentes a 900 Ma. Dados de Pb com valores de Pb207/Pb204 no intervalo entre 15,619 a 15,799 e Pb206/Pb204 no intervalo 18,195 a 20,826, fornece uma idade aproximadamente de 850 Ma. A configuração dos valores obtidos de Pb fornece informações a respeito de eventos deformacionais que estas rochas sofreram, que estão associados a um evento deformacional pré-Brasiliano. |
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