Faça-você-mesmo a digitalização 3D de acervos museológicos
Entende-se que ao assumir uma atitude faça-você-mesmo, bem como táticas de apropriação e princípios maker, é possível uma aproximação e maior interação dos museus com a sociedade contemporânea, podendo oferecer uma renovação participativa e contínua de processos. Isto tudo, sem demandar grandes inve...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/184715 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/184715 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Acervo museológico Digitalização tridimensional Do-it-yourself Digitized Museum 3D Digitization |
| Sumario: | Entende-se que ao assumir uma atitude faça-você-mesmo, bem como táticas de apropriação e princípios maker, é possível uma aproximação e maior interação dos museus com a sociedade contemporânea, podendo oferecer uma renovação participativa e contínua de processos. Isto tudo, sem demandar grandes investimentos, motivando os participantes a aprender fazendo e a compartilhar o conhecimento. O uso de uma técnica de digitalização tridimensional faça-você-mesmo, além de trazer agregada a atitude, possibilita a valorização do acervo museológico. Um objeto da coleção torna-se, então, capaz de transpor sua singularidade para alcançar distâncias além das geográficas, levando para o público seu conhecimento para valorização e conscientização de salvaguardar o acervo. Neste sentido, esta pesquisa contempla o desafio de propor diretrizes projetuais para o uso da digitalização 3D faça-você-mesmo em diferentes tipologias de acervos museológicos. Essas diretrizes foram construídas a partir de informações levantadas em experimentos e entrevistas, posteriormente, trabalhadas através de um processo criativo realizado num workshop no Museu Júlio de Castilhos, instituição museológica mais antiga do Rio Grande do Sul, e, por fim, diretrizes e resultados do workshop passam por um refinamento para a confecção de um framework de diretrizes projetuais. O perfil da instituição participante das atividades da pesquisa foi estabelecido por sua variedade de coleção, por apresentar peças com diferentes características físicas, químicas e morfológicas. Os resultados obtidos indicaram a oportunidade de tornar o acervo do museu mais acessível ao público de forma segura, possibilitando diferentes atividades educativas, maior disponibilidade, alcance para as pesquisas e maior conhecimento do acervo do museu. |
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