ESPACIALIDADES CLAUSTROFÓBICAS EM LIGEIA E WILLIAM WILSON
Busca-se aqui analisar a representação do espaço nos contos Ligeia (1838) e William Wilson (1839), de Edgar Allan Poe, para entender como se configuram os diferentes tipos e as diferentes funções de espaços literários nos dois contos, a fim de explicar como a espacialidade é um aspecto essencial no...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário Campos de Andrade (UNIANDRADE) |
| Repositorio: | Scripta Alumni (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.uniandrade.br:article/2984 |
| Acceso en línea: | https://revista.uniandrade.br/index.php/ScriptaAlumni/article/view/2984 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ligeia William Wilson Espacialidade Topoanálise Gótico Edgar Allan Poe |
| Sumario: | Busca-se aqui analisar a representação do espaço nos contos Ligeia (1838) e William Wilson (1839), de Edgar Allan Poe, para entender como se configuram os diferentes tipos e as diferentes funções de espaços literários nos dois contos, a fim de explicar como a espacialidade é um aspecto essencial no gótico ficcional. A partir de pressupostos teóricos sobre a espacialidade (BACHELARD, 1989; BORGES FILHO, 2008; FOUCAULT, 2013; COLUCCI, 2017; 2022), discutem-se os conceitos de heterotopia, topofilia e topofobia, as duas últimas subcategorias da topoanálise e da topografia, de modo a demonstrar como determinados efeitos narrativos podem ser mobilizados a partir das configurações espaciais e como a representação do espaço contribui para a construção de significado nas narrativas. |
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