Trabalho, política, formação e emancipação humana em Marx e Lukács.
Neste artigo discutiremos as categorias trabalho, política, formação e emancipação humana em Marx e Lukács. A partir da categoria trabalho, buscaremos compreender a política, a formação e a emancipação humana como fundamentos necessários à formação do ser social. A partir do salto ontológico produzi...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | ETD - Educação Temática Digital |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8641638 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8641638 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Trabalho. Formação. Estado. Política. Emancipação humana. Educação Formação humana |
| Sumario: | Neste artigo discutiremos as categorias trabalho, política, formação e emancipação humana em Marx e Lukács. A partir da categoria trabalho, buscaremos compreender a política, a formação e a emancipação humana como fundamentos necessários à formação do ser social. A partir do salto ontológico produzido pela categoria trabalho, verifica-se historicamente a concretização das condições e possibilidades ao desenvolvimento dos demais complexos fundamentais à formação do ser social. Através do afastamento das barreiras naturais, Lukács, na esteira de Marx, demonstra como a dupla transformação, mediada pelo trabalho no metabolismo do homem com a natureza, se dá na formação material/social/histórica do ser humano, tornando-se a base de toda sua práxis social, portanto, de sua emancipação. Problematizaremos também acerca do “caráter antisocial” da propriedade privada e do Estado, portanto, da política para descortinar a origem dos problemas sociais e de sua essência. A política é, segundo Marx, uma atividade meio, datada historicamente e instrumental. É algo que há de ser superado. Esta concepção da política, e do Estado, recusa o entendimento de que ela constitui uma dimensão do humano e do social de forma permanente e estrutural. |
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