Quando juventude não é apenas uma palavra: uma releitura sociológica acerca da categoria juventude
O presente artigo propõe rediscutir a pergunta que foi feita a Pierre Bourdieu em 1978: “como aborda o sociólogo o problema dos jovens?” Nesse viés, dá-se destaque à categoria juventude como uma construção histórico-social, ao mesmo tempo que trata os jovens como atores e sujeitos sociais em destaqu...
| Autores: | , |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE) |
| Repositorio: | Cadernos de Pós-Graduação (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.uninove.br:article/22787 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.uninove.br/cadernosdepos/article/view/22787 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | juventude sociologia Pierre Bourdieu sociedade. |
| Resumo: | O presente artigo propõe rediscutir a pergunta que foi feita a Pierre Bourdieu em 1978: “como aborda o sociólogo o problema dos jovens?” Nesse viés, dá-se destaque à categoria juventude como uma construção histórico-social, ao mesmo tempo que trata os jovens como atores e sujeitos sociais em destaque nas análises sociológicas, especialmente a partir da segunda metade do século XX. O percurso teórico-metodológico proposto na abordagem deste artigo visa também tensionar com o título do capítulo em que Pierre Bourdieu responde à referida pergunta, visando desta maneira demonstrar que a juventude não é apenas uma palavra, apesar de reconhecermos que os limites da categoria juventude são relativamente nebulosos e que, sendo assim, possuem uma relativa invertebralidade. Todavia, amparados em uma Sociologia da Juventude, especialmente a partir de Margulis e Urresti (1996), Calvo (2005) e Bittencourt (2013), é possível destacar dentro de uma perspectiva sociológica alguns atributos que trazem identidade, distinção e materialidade à categoria, tais como: condição de latência social, emancipação das relações coletivas e protagonismo político-histórico-social. |
|---|