[en] LANDSCAPE, ARCHITECTURE, CITY: A DISCUSSION ABOUT THE PRODUCTION OF MODERN SPACE

[pt] A relação que o homem estabelece com o espaço natural a partir da necessidade de ocupação e humanização do território no Brasil, ao longo do processo histórico, sem dúvida passa por percepções conflitantes ou até mesmo antagônicas. A partir de um mapeamento das intrincadas relações entre nature...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: ANA PAULA POLIZZO
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:32395
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32395&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32395&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.32395
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] MODERNIDADE
[pt] ESPACIALIDADE MODERNA
[pt] ROBERTO BURLE MARX
[pt] PAISAGEM
[pt] CIDADE
[pt] NATUREZA
[pt] ARQUITETURA MODERNA
[en] MODERNITY
[en] MODERN SPACIALITY
[en] ROBERTO BURLE MARX
[en] LANDSCAPE
[en] CITY
[en] NATURE
[en] MODERN ARCHITECTURE
Descripción
Sumario:[pt] A relação que o homem estabelece com o espaço natural a partir da necessidade de ocupação e humanização do território no Brasil, ao longo do processo histórico, sem dúvida passa por percepções conflitantes ou até mesmo antagônicas. A partir de um mapeamento das intrincadas relações entre natureza e artificio na constituição das paisagens brasileiras, tomando como referência principalmente o ambiente cultural da cidade do Rio de Janeiro desde as primeiras ocupações até o século XX, este trabalho busca gerar uma reflexão e uma problematização acerca da construção de uma espacialidade moderna, caracterizada por uma dependência complexa e orgânica entre arquitetura e meio, capaz de esmaecer seus limites e fronteiras, desconstruindo a velha dicotomia rígida entre campos, e propondo pensar natureza, arquitetura, paisagem, cidade,como novos domínios disciplinares de caráter híbrido.