Aspirina na prevenção de pré-eclâmpsia: revisão de literatura
Introdução: a pré-eclâmpsia (PE) é um distúrbio hipertensivo da gravidez que causa grande morbidade e mortalidade materno-fetal. Para tanto, o ácido acetilsalicílico (AAS), também chamado de aspirina é estudado como opção profilática a fim de reduzir os riscos de PE, uma vez que a administração em b...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/57037 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/57037 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | pe aspirina agentes anti-inflamatórios não esteroides anti-inflammatory agents non-steroidal eclampsia |
| Sumario: | Introdução: a pré-eclâmpsia (PE) é um distúrbio hipertensivo da gravidez que causa grande morbidade e mortalidade materno-fetal. Para tanto, o ácido acetilsalicílico (AAS), também chamado de aspirina é estudado como opção profilática a fim de reduzir os riscos de PE, uma vez que a administração em baixas doses no início da gestação, pode reduzir a hipercoagulabilidade placentária. Objetivo: descrever sobre o uso da aspirina na prevenção de PE, bem como aspectos importantes acerca da doença. Método: trata-se de uma revisão descritiva de literatura, baseada em artigos obtidos a partir da base de dados PubMed e SciELO. Nessa seleção priorizou-se artigos publicados entre 2017 e 2022. Desenvolvimento: na avaliação dos estudos foi possível observar que a aspirina foi utilizada em gestantes classificadas entre baixo e alto risco de acordo com o protocolo de estratificação de cada país, para o uso profilático de aspirina na prevenção de PE. Ainda, foram abordados os seguintes tópicos: história da PE, fisiopatologia, história e mecanismo de ação da aspirina, mecanismo de ação e prevenção com uso do AAS na PE, bem como seu impacto nos desfechos materno-fetais. Houve grande variabilidade das doses administradas, assim como o início do uso da medicação. Conclusão: apesar de não haver consenso em relação à fisiopatologia da PE, dose ideal e tempo de início, o uso profilático da aspirina demonstrou benefícios com: dose a partir de 100mg, administrado à noite, início no 1º trimestre. Além disso, a aspirina é um medicamento amplamente estudado para diversas patologias, devido sua fácil administração, disponibilidade, acesso e baixo custo no Sistema Único de Saúde. |
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