Associação entre fadiga referida e força muscular respiratória em pacientes com esclerose múltipla

Introdução: A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica, progressiva e degenerativa do sistema nervoso central (SNC), caracterizada por um processo inflamatório desmielinizante e formação de cicatrizes gliais na substância branca. A fadiga é o sintoma mais comum da doença, assim como...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Araujo, Fabíola Pereira Rebouças Alves
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-23022024-153733
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-23022024-153733/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Esclerose Múltipla
Fadiga
Fatigue
Fraqueza
Multiple Sclerosis
Músculos Respiratórios
Respiratory Muscles
Weakness
Descripción
Sumario:Introdução: A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica, progressiva e degenerativa do sistema nervoso central (SNC), caracterizada por um processo inflamatório desmielinizante e formação de cicatrizes gliais na substância branca. A fadiga é o sintoma mais comum da doença, assim como a redução da força muscular, incluindo os músculos respiratórios. Objetivo: Verificar a associação entre a fadiga referida e a força dos músculos respiratórios na EM. Métodos: Foi realizado um estudo transversal por meio da avaliação de 40 pacientes do gênero feminino com EM, no período de junho a setembro de 2023. As pacientes foram recrutadas no Ambulatório de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES). Além dos dados clínicos e demográficos, todas as pacientes com fadiga, avaliada pela Escala Modificada do Impacto de Fadiga (MFIS), realizaram a avalição da força muscular respiratória por meio da manovacuometria. Resultados: Houve fraca correlação negativa entre a MFIS total e a Pinsp (r=-0,48), fraca correlação negativa entre a MFIS total e a Pexp (r=-0,43), fraca correlação negativa entre o domínio físico da MFIS e a Pinsp (r=-0,44), fraca correlação negativa entre o domínio cognitivo da MFIS e a Pinsp (r=-0,31) e com a Pexp (r=-0,35). O domínio psicossocial da MFIS apresentou moderada correlação negativa com a Pinsp (r=-0,53) e com a Pexp (r=-0,51). Conclusões: Há uma fraca correlação negativa entre a MFIS total e a Pinsp e Pexp. Em relação ao domínio físico da MFIS, concluímos uma correlação negativa fraca com a Pinsp, uma correlação negativa fraca entre o domínio cognitivo da MFIS e a Pexp e por fim, uma correlação negativa moderada entre o MFIS psicossocial e a Pinsp e a Pexp