É preciso escolher : o papel desempenhado pelas revistas ‘Marcha’ e ‘Ercilla’ no debate político do Uruguai e do Chile durante a primeira metade da década de 1970.

Este breve texto tem por objetivo analisar, em perspectiva comparada, o posicionamento político adotado pelas revistas Marcha e Ercilla, no Uruguai e no Chile, em face dos dilemas colocados pela polarização política que marcou o cenário dos dois países sul-americanos, durante a primeira metade dos a...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Reis, Mateus Fávaro
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/7149
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/7149
http://www.periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/12507/8706
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Golpe de Estado
Coup d’état
Descrição
Resumo:Este breve texto tem por objetivo analisar, em perspectiva comparada, o posicionamento político adotado pelas revistas Marcha e Ercilla, no Uruguai e no Chile, em face dos dilemas colocados pela polarização política que marcou o cenário dos dois países sul-americanos, durante a primeira metade dos anos 1970, com um desfecho comum de destruição dos regimes democráticos, devido à execução dos golpes de Estado, respectivamente em junho e setembro de 1973. Em tempos difíceis, era preciso escolher. Se, por um lado, Marcha trilhou o caminho das pedras, ao condenar vigorosamente o golpe no Uruguai, realizado pelo presidente Juan María Bordaberry, com o apoio dos militares; de outro, Ercilla preferiu tomar rumos diferentes, ao apoiar o golpe no Chile para desmantelar o governo presidido por Salvador Allende.