“O humano que jamais nos abandona”: A obra epistolar de Goethe

Este ensaio empreende uma incursão pela correspondência de Goethe, estimada em aproximadamente vinte mil cartas escritas (a cerca de 1.700 destinatários) e 25 mil recebidas. Em primeiro plano estão cartas escritas na velhice, sobretudo as de condolências e as que expõem suas concepções estéticas ou...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mazzari, Marcus V.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estudos Avançados
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/161292
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/eav/article/view/161292
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Goethe’s epistolary work
Letters of condolences
Epistolary development of experiences
German men and women (W. Benjamin)
History of the “letters” genre
Obra epistolar de Goethe
Cartas de condolências
Elaboração epistolar de experiências
Homens alemães
de W. Benjamin
História do gênero “carta”
Descripción
Sumario:Este ensaio empreende uma incursão pela correspondência de Goethe, estimada em aproximadamente vinte mil cartas escritas (a cerca de 1.700 destinatários) e 25 mil recebidas. Em primeiro plano estão cartas escritas na velhice, sobretudo as de condolências e as que expõem suas concepções estéticas ou detalhes de seu processo criativo. As duas últimas seções do ensaio enfocam a correspondência de Goethe com o “brasileiro” Martius (como o próprio poeta se referia ao botânico que percorreu onze mil quilômetros de território brasileiro) assim como a posição central que a obra epistolar de Goethe ocupa na antologia Deutsche Menschen [Homens alemães], publicada por Walter Benjamin em 1936 com o intuito de adensar a resistência ao fascismo.