Diálogo em Preto e Branco: A Experiência Moderna na Fotografia Brasileira

No início do século XX, o campo das artes vive uma saudável reconfiguração e, nas artes brasileiras, a Semana de Arte Moderna, em 1922, evidencia a necessidade de absorção de novos valores estéticos, porém estas reformulações deveriam torná-las autenticamente nacionais. A fotografia não fez parte da...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Leite, Marcelo Eduardo, Craveiro Silva, Carla Adelina
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade FUMEC
Repositorio:Mediação (Belo Horizonte. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.agendaestrelabet.fumec.br:article/1238
Acceso en línea:https://revista.fumec.br/index.php/mediacao/article/view/1238
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fotografia
Modernismo
Arte
Fotoclubismo
Descripción
Sumario:No início do século XX, o campo das artes vive uma saudável reconfiguração e, nas artes brasileiras, a Semana de Arte Moderna, em 1922, evidencia a necessidade de absorção de novos valores estéticos, porém estas reformulações deveriam torná-las autenticamente nacionais. A fotografia não fez parte da semana, e, sua ausência é um indicativo de certo distanciamento que ela teve durante sua evolução dentro do campo das artes. Mais tarde, porém, com o advento dos fotoclubes, ela pode se inserir em tal contexto, conectando-se com a ideia de modernidade. Este artigo pretende apresentar os primeiros passos daquilo que podemos chamar de fotografia moderna, e para tanto, apresentaremos dois dos seus principais nomes, Thomaz Farkas e José Oiticica Filho.