Leishmaniose cutânea experimental. III- Aspectos histopatológicos do comportamento evolutivo da lesão cutânea produzida em Cebus apella (Primates: Cebidae) por Leishmania (Viannia) lainsoni, L. (V.) braziliensis e L. (Leishmania) amazonensis

Estudaram-se os aspectos histopatológicos relativos à evolução da infecção experimental produzida em Cebus apella (Primates: Cebidae) por Leishmania (V.) lainsoni, L. (V.) braziliensis e L. (L.) amazonensis. O exame microscópico de biópsias seqüênciais, obtidas dos animais a intervalos definidos de...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silveira, Fernando T., Moraes, Mário A. P., Lainson, Ralph, Shaw, Jeffrey J.
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1990
País:Brasil
Recursos:Instituto de Medicina Tropical (IMT)
Repositorio:Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/28768
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28768
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Leishmaniose cutânea experimental
Primata Cebus apella
Leishmania (Viannia) lainsoni
L. (V.) braziliensis
L. (Leishmania) amazonensis
Histopatologia
Descrição
Resumo:Estudaram-se os aspectos histopatológicos relativos à evolução da infecção experimental produzida em Cebus apella (Primates: Cebidae) por Leishmania (V.) lainsoni, L. (V.) braziliensis e L. (L.) amazonensis. O exame microscópico de biópsias seqüênciais, obtidas dos animais a intervalos definidos de tempo (a primeira, às 48 ou 72 horas após a inoculação, e as seguintes, a cada 30 dias), mostrou que o desenvolvimento das lesões, independentemente da espécie de Leishmania inoculada, passa por uma seqüência de etapas a nível tecidual - 1) infiltrado inespecífico crônico; 2) nódulo macrofágico (com numerosos parasitas); 3) necrose das células parasitadas; 4) granuloma epitelióide; 5) absorção da área necrosada (às vezes formando granuloma de corpo estranho); 6) infiltrado inespecífico crônico residual); e 7) cicatrização - que representaria a formação e a resolução das lesões. Discutiram-se também os prováveis mecanismos imunopatológicos que determinam esta seqüência de eventos e sua possível semelhança com a evolução das lesões na leishmaniose tegumentar humana.