Influência do gênero no potencial miogênico evocado vestibular

Não existe consenso sobre a relevância dos fatores que influenciam as diferenças entre gêneros no comportamento dos músculos. Alguns estudos relatam existir uma relação entre tensão muscular e amplitude do potencial miogênico evocado vestibular, outros apenas que os resultados dependem dos músculos...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carnaúba, Aline Tenório Lins, Farias, Vanessa Vieira, Santos, Nastassia, Oliveira, Aline Cabral de, Rodrigues, Renato Glauco de Souza, Menezes, Pedro de Lemos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Sergipe (UFS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai:ri.ufs.br:repo_01:riufs/910
Acceso en línea:https://ri.ufs.br/handle/riufs/910
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Potenciais Evocados
Potencial Miogênico Evocado Vestibular
Potencial Evocado Motor
Labirinto
Audição
Fonoaudiologia
Descripción
Sumario:Não existe consenso sobre a relevância dos fatores que influenciam as diferenças entre gêneros no comportamento dos músculos. Alguns estudos relatam existir uma relação entre tensão muscular e amplitude do potencial miogênico evocado vestibular, outros apenas que os resultados dependem dos músculos estudados ou do aumento da carga imposta. OBJETIVOS: Este estudo tem como objetivo comparar os parâmetros do potencial miogênico evocado vestibular, entre os gêneros, em indivíduos jovens. MATERIAL E MÉTODO: Selecionaram-se 80 adultos jovens, sendo 40 homens e 40 mulheres. Foram promediados estímulos tone burts na frequência de 500Hz, na intensidade de 90 dBNA, utilizando-se um filtro passa banda de 10 a 1000 Hz, com amplificação de 10 a 25 microvolts por divisão. Os registros foram realizados em janelas de 80 ms. FORMA DE ESTUDO: experimental e prospectivo. RESULTADOS: Ao comparar os achados em função do gênero, não se constatou diferenças expressivas em relação à latência das ondas, p =0,19 e p =0,50, para as ondas P13 e N23, respectivamente, nem em relação ao valor de amplitude, p =0,28 p =0,40, para as ondas P13 e N23, respectivamente. CONCLUSÃO: Não houve diferença entre os gêneros quanto aos fatores latência e amplitude por haver um monitoramento da tensão do músculo esternocleidomastoideo durante o exame.