Fenótipo gengival, recessão gengival, sensibilidade dentinária e tratamento ortodôntico: existe correlação?

Objetivo: avaliar a prevalência de recessão gengival e sensibilidade dentinária em estudantes e sua correlação com movimentação ortodôntica. Material e Métodos: 30 voluntários com idade média de 22,7 (±1,9) anos participaram. Foi feito um questionário sobre uso de aparelho ortodôntico e sensibilidad...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Eveline Perrut de Carvalho
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Odontologia (ABO)
Repositorio:Revista Brasileira de Odontologia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revista_aborj_org_br.www.revista.aborj.org.br:article/1359
Acceso en línea:https://revista.aborj.org.br/index.php/rbo/article/view/1359
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:MEDICINA DENTÁRIA (ODONTOLOGIA)
Retração gengival; Sensibilidade da dentina; Ortodontia
Descripción
Sumario:Objetivo: avaliar a prevalência de recessão gengival e sensibilidade dentinária em estudantes e sua correlação com movimentação ortodôntica. Material e Métodos: 30 voluntários com idade média de 22,7 (±1,9) anos participaram. Foi feito um questionário sobre uso de aparelho ortodôntico e sensibilidade dentinária e um exame clínico periodontal: índices de placa (IP) e gengival (IG), profundidade de sondagem (PS), nível clínico de inserção clínico (NIC), recessão gengival e fenótipo periodontal. Resultados: as recessões gengivais foram muito prevalentes, tendo sido encontradas em 29 indivíduos, Todas Classe I de Miller, com média 1,2 (±0,3) mm. 22 indivíduos fizeram tratamento ortodôntico (TO). O grupo TO apresentou 86 recessões (14,4% dentes) e o sem tratamento ortodônico (STO) (n=8) 36 recessões (16% dentes). Não houve diferença significante entre os grupos. Na amostra geral, 18 indivíduos (60%) apresentaram fenótipo gengival fino. 14 (46,6%) relataram ter sensibilidade dentinária, mas sem correlações com fenótipo gengival em ambos os grupos. Não foram encontradas diferenças clínicas estatisticamente significantes entre o grupo TO e o grupo STO. O fenótipo gengival se correlacionou negativamente com a recessão gengival em ambos os grupos (r