Cotas no ensino superior: ação de resistência contra o racismo e de ascensão social de negros e indígenas
O Brasil é visto como nação tolerante que não pratica racismo, mas as desigualdades raciais e sociais são visíveis, em especial na educação superior, que está fundamentada no discurso da meritocracia, da democracia racial e da negação do racismo. As cotas questionam essa imagem e fazem com que os br...
| Author: | |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repository: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/33310 |
| Online Access: | https://locus.ufv.br/handle/123456789/33310 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Cotas Negros Indígenas Quotas Indigenous |
| Summary: | O Brasil é visto como nação tolerante que não pratica racismo, mas as desigualdades raciais e sociais são visíveis, em especial na educação superior, que está fundamentada no discurso da meritocracia, da democracia racial e da negação do racismo. As cotas questionam essa imagem e fazem com que os brasileiros pensem em igualdade étnica e racial, politizando o es-paço acadêmico. Na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS, as cotas para negros e indígenas foram criadas desde 2002. O objetivo desse trabalho é analisar alguns dados referentes ao período letivo de 2004 a 2010, abordando aspectos relacionados ao processo de seleção, ingresso e desempenho acadêmico dos negros e indígenas cotistas. |
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